Bem-vindo ao blog “O COGITO” de ensaios filosóficos.Tomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos. Implodi o edifício do meu conhecimento para que não houvesse dogmas, superstições,nem crenças estabelecidas. Não é possível “crer” para compreender, e sim possuir a atitude filosófica: Dúvida,Confusão, Demolição, e Reconstrução. A filosofia é antes de tudo uma atividade racional.
HOMO SAPIENS
Na vida, de forma indubitável, todo homem passa por pensamentos cerceados pelo senso comum e das crenças verdadeiras, estas que estão longe de constituírem um modelo genuíno de ascensão dialética, assim como professavam Sócrates e Platão.
Não obstante, para os homens que se arriscam enveredarem nos caminhos da procura da verdade e de uma consciência livre de limites impostos, cada etapa deste processo é diversificadamente tentador para que voltemos à estaca zero da nulidade intelectual, dado o caráter “assombroso” da indagação filosófica que promete romper com as verdades jamais duvidadas.
Os ensaios deste blog são igualmente perturbadores, pois eles testam reunir de forma nem tanto concisa, uma crítica aos maiores problemas da filosofia, partindo-se do sujeito epistemológico mediante toda crença estabelecida, como assim propôs o próprio Descartes, ou mesmo Sócrates e Platão, no que concerne a iluminação da dialética ascendente.
Nas presentes criticas o autor não pretende demonstrar um viés de caráter singular à filosofia, mas dispor para o leitor a possibilidade de conjunta reflexão dos temas mais pertinentes à ousadia de questionar, para que então esta dialética encontre ao menos seu caminho inicial que é a instalação da dúvida que se transforma posteriormente em iluminação, com as devidas ressalvas de uma pretensão que não aquela do próprio sujeito analisador, que pode ser qualquer um a enveredar o pensamento filosófico em seu sentido estrito, e não banal.
Asseguradamente nós poderemos por em uma roda de discussão um saber dentro do escopo filosófico, e não da banalização do conhecimento a partir da subjetividade infundada a esmo.
Osvaldo Rinaldi
